Quando se trata de infraestrutura crítica, a capacidade dos seus sistemas de suportar interrupções, recuperar rapidamente e manter a integridade operacional é fundamental. Para os líderes de TI, dados e segurança em toda a empresa, isso significa incorporar resiliência em todas as camadas da sua infraestrutura tecnológica, incluindo ativos muitas vezes negligenciados, mas indispensáveis, como o mainframe.
Vivemos em um mundo onde US$ 3 trilhões em comércio diário, 75% de todos os dados corporativos e 30 bilhões de transações dependem de mainframes. No entanto, sem uma abordagem abrangente de recuperação de dados e uma estratégia adequada de gerenciamento de riscos, muitas organizações se tornam vulneráveis a consequências catastróficas. Desde períodos de inatividade que custam milhões por hora até penalidades regulatórias, como o descumprimento da exigência de recuperação em duas horas da DORA (Lei de Recuperação de Dados), os riscos são simplesmente muito altos.
Este artigo explora por que a resiliência da infraestrutura crítica é imprescindível, onde a recuperação de dados se encaixa nesse contexto e oferece orientações estratégicas sobre como priorizar sistemas críticos, como o mainframe, no seu planejamento de resiliência.
A infraestrutura crítica não apenas alimenta suas operações; ela define a capacidade da sua organização de sobreviver e prosperar durante interrupções. Se os sistemas críticos falharem, os efeitos em cascata podem paralisar o processamento da folha de pagamento, restringir o acesso a fundos, impactar as compras dos clientes, interromper reservas de viagens e prejudicar serviços essenciais dos quais as pessoas dependem diariamente. Os danos à reputação, somados às perdas operacionais e financeiras, podem devastar empresas de qualquer porte.
Para as empresas, os mainframes geralmente são a chave para funções críticas, abrigando a maior parte dos dados operacionais e transacionais. No entanto, muitas organizações não integram o mainframe em suas estratégias de resiliência mais amplas, o que resulta em uma lacuna importante em sua capacidade de responder eficazmente a interrupções.
A não inclusão de sistemas mainframe no seu plano de gestão de riscos resulta em:
O desenvolvimento de uma estrutura de resiliência robusta começa com o alinhamento de infraestrutura, tecnologia e pessoas para minimizar riscos e maximizar a prontidão para recuperação. Aqui estão seis passos para levar seu plano de resiliência para o próximo nível:
1. Avaliação de Riscos. Compreenda o vulnerabilidades Realize uma avaliação de riscos completa em sua infraestrutura. Dê atenção especial a sistemas como o mainframe, que formam a espinha dorsal de suas operações. Avalie como esses ativos estão protegidos atualmente e identifique quaisquer pontos fracos em seu plano de continuidade de dados.
2. Planejamento Abrangente de Recuperação de Desastres. Um plano detalhado de recuperação de desastres (DR) é a base da resiliência. Isso deve incluir estratégias de backup de dados que garantam redundância em ambientes de TI híbridos, procedimentos claros de resposta a incidentes para orientar as operações durante os esforços de recuperação e testes e simulações para validação rotineira dos protocolos de recuperação.
A Gartner relata que Planos de recuperação de desastres mal elaborados Isso frequentemente leva a falhas na recuperação, portanto, testes e atualizações frequentes são imprescindíveis.
3. Utilize ferramentas avançadas de recuperação. Adotar ferramentas inovadoras projetadas para recuperação de dados cirúrgicos pode fazer toda a diferença quando cada minuto conta. Essas soluções oferecem recursos que permitem às organizações recuperar conjuntos de dados específicos no nível do aplicativo, demonstrar conformidade com regulamentações rigorosas executando a recuperação pontual em prazos curtos e automatizar backups e simplificar os processos de recuperação.
4. Proteja os dados em todas as plataformas. À medida que a TI híbrida se torna o novo normal, proteger os dados em sistemas locais, ambientes de nuvem e outras plataformas é fundamental. As iniciativas de resiliência devem se concentrar em dois aspectos: criptografia de dados em trânsito e em repouso para evitar violações e mecanismos de autenticação, como a autenticação multifator, para limitar o acesso não autorizado.
5. Eduque e alinhe as equipes. A resiliência da infraestrutura é tão forte quanto as pessoas que a gerenciam. Certifique-se de que suas equipes estejam treinadas para entender seus papéis em cenários de desastre. Simulações regulares, documentação clara e o apoio da alta administração são vitais para uma coordenação eficaz.
6. Conformidade regulatória. Toda estratégia de resiliência deve abordar a conformidade. Com regulamentações como a DORA enfatizando prazos de recuperação rigorosos, investir em soluções robustas de recuperação de dados garante sua capacidade de atender a esses requisitos exigentes, além de comprovar a recuperabilidade perante os auditores.
Medidas de resiliência insuficientes podem resultar em consequências muito graves para as organizações afetadas. Algo tão simples quanto uma atualização de sistemas de TI feita sem a devida avaliação pode resultar em falhas e danos generalizados.
Aplique esse risco a um ambiente como o de um mainframe e ficará ainda mais evidente a importância de monitorar e controlar os ambientes de forma eficaz para detectar quaisquer alterações antes que um problema ocorra. A necessidade de medidas proativas e de recursos robustos de recuperação é fundamental.
Uma solução de recuperação cirúrgica como Rapid Data Recovery Rocket® Complementa os esforços mais amplos de resiliência, fornecendo:
Construir resiliência em infraestruturas críticas deixou de ser opcional e tornou-se um imperativo para os negócios. Sem ela, você corre o risco de perder muito mais do que apenas tempo de atividade operacional e dados. De penalidades regulatórias à perda de confiança do cliente, os custos da inação superam em muito o investimento necessário para reforçar a resiliência.
Incorporar ativos essenciais, como o mainframe, ao seu planejamento de resiliência e aproveitar ferramentas avançadas de recuperação garante a continuidade operacional da sua organização, a conformidade regulatória e a capacidade de adaptação a desafios.
Saiba como sua organização pode construir uma estratégia de resiliência personalizada que protege os sistemas críticos em todos os momentos.
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